quinta-feira, 15 de abril de 2010

Abrigo Doce Lar - construção

Já faz algum tempo que estamos em construção, a obra vai lenta pois contamos com a cooperação, de empresas, ministério publico e da sociedade sacramentana, mas Deus permitindo, chegaremos ao final, tendo em vista o melhor acomodar as crianças e adolescêntes ali internados.
Aqui estão algumas fotos, para que você possa orar a respeito, nos ajudar, seja vindo trabalhar na construção, ou com donativos a serem aplicados na obra.








Telefone do Abrigo Doce Lar Irene Nye, 034 3351 1884

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A história do Trabalho da Vila Alexandre Simpson em Sacramento

A história do Trabalho do Senhor em Sacramento, pela ótica do
Professor e Historiador Carlos Alberto Cherchi.


VILA ALEXANDRE SIMPSON

"Com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e, para isso, vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho” Efésios 6, 18-1.9

O ideal cristão tem realizado obras admiráveis ao longo da história da humanidade. A obra evangélica, assistencial e educativa realizada pela 'Casa de Oração ' de Sacramento, através da Vila Alexandre Simpson, produz frutos ainda e mantém acesa a fé instruída na Sagrada Escritura: Esta obra teve como idealizadores o caso: Leonard Kitchener Nye e Amanda Irene Nye, o senhor Willian J Giles (Uncle Bil) e o próprio Alexandre Simpson, falecido prematuramente antes do inicio da obra assistencial que leva o seu nome.

Leonard K Nye, nasceu em junho de 1916, em Cambridge, esposo de Amanda Irene Nye, nascida em 24/06/1908 em Lawford, ambos ingleses. Vieram para o Brasi ele em 1938 e ela em 1940, ano em que se casaram em São Paulo. Fixaram residência no Triângulo Mineiro, no município de Conceição das Alagoas, por dois anos e meio, aproximadamente. Em 1951, vieram com os três filhos para Sacramento para exercer o trabalho missionário. O Sr. Willian Giles (Uncle Bill), residindo em Santos na época, veio juntar-se ao casal em 1952, atendendo ao objetivo de pregar o evangelho. Instalaram-se numa casa adquirida às margens do ribeirão Borá no início da Ali. Visconde do Rio Branco. 392. Sacramento constituía um grande desafio para a pequena comunidade, recém formada, composta pelo casal Leonard e Amanda, os filhos: Johnny, Mirian, Dorothy e Rosemary (nascida em Sacramento em 13/06/51) todos menores, e Uncle Bill; solteiro. Imediatamente, sentiu-se a necessidade do trabalho assistencial com crianças pobres como forma de prestar serviço à comunidade que os acolhia.

Quando o Sr. Leonard comprou um sítio, próximo à antiga usina Cajuru, fora da cidade, todos acharam estranho por se tratar de uma área de cerrado com poucas possibilidades para a agricultura na época. Durante dois anos ele reuniria economias para construir uma casa que viria ser a sua residência e o local da obra assistencial. O trabalho com crianças seria o objetivo primordial. Doações vindas de vários lugares contribuíram para que imediatamente crianças fossem adotadas. Ainda na av. Visconde do Rio Branco, vieram oito crianças para aumentar sua família: Helena, Valdir; David, Donizete, Antonio, Pedro, Zezinho e Carlos, antes de 1960.

Alguns anos já haviam se passado e idéias inovadoras no manejo da propriedade surgiram como alternativa às opções restritas do pequeno município de Sacramento que adotava seculares procedimentos na agricultura.

As dificuldades foram enormes para efetuar a mudança, pois não havia energia elétrica e nem água encanada na chácara adquirida. Além disso, o ministério da Palavra de Deus deveria continuar na Casa de Oração, modestamente improvisada junto a sua residência No telhado um auto falante pelo qual toda a cidade, muito pequena na época, ouvia as pregações e os hinos cantados pelo coral. (Após a mudança para a chácara; o Sr. Willian ficaria ainda na cidade cuidando da contabilidade e dos inúmeros negócios iniciados: compras, pagamentos, correspondências e expediente nas repartições públicas) constituíam suas principais atribuições.

Em 1960, o pais encontrava-se numa tose de otimismo pela gestão empreendedora do presidente Juscelino Kubitschek, sobretudo pela inauguração da nova capital federal em Brasília.

Sacramento também vislumbrava dias melhores para sua gente. Com este espírito era considerável a inserção do trabalho de 'Mister' Nye' na comunidade.

Em 1961, chega a Sacramento para se juntar ao grupo de missionários a enfermeira Christina Bussel McSorley, com apenas 29 anos de idade, escocesa de nascimento e solteira. Enfrentaria os mesmos problemas de comunicação vividos, anteriormente, por seus companheiros. Além dessa dificuldade, o trabalho, agora com 16 Crianças, exigia dedicação total e sobrecarregava o dia a dia de 'Mamy', como era chamada Dª Amanda Irene no aconchego do lar. Christina viria ajudar bastante na educação dos menores e das meninas da casa. Era quase impossível transportá-los da chácara para estudar e para as atividades na Casa de Oração. Foi necessário organizar outra casa para atender esta demanda. Quanto aos meninos maiores, estes poderiam, após as aulas, retornar a pé para a Vila, quando fosse necessário. Em 1963, também chega Mary Meek (AuntMary) para auxiliar Christina (Crissie) e Dª Amanda (Mamy) nas tarefas de manutenção das casas e na formação moral das jovens adolescentes. Dª Amanda era parteira e nesse período realizou inúmeros partos na cidade, auxiliando também os médicos locais nessa especialidade.


Em 1964, após a instalação da CEMIG em Sacramento, a Vila Alexandre Simpson passou a utilizar a energia elétrica da Usina Cajuru, Motores vários, trituradores e serraria tornaram a propriedade mais produtiva. Essa energia foi usada até 1970, quando se instalou a força da CEMIG, na Chácara.






ALEXANDRE SIMPSON - Companheiro de Leonard K Nye na edificação da obra missionária "Casa de Oração" que originou o orfanato e mia mantenedora. Em sua memória colocou-se o nome de VILA ALEXANDRE SIMPSON na obra assistencial. Foto reprodução tirada em Uberaba em 1949 aprox.

Em 1962, foi construída a 'Casa de Oração' na R Joaquim Murtinho, num prédio amplo e dotado de infra-estrutura para atender a demanda das reuniões e ensaios do coral

(Em 1970, M Nye adquiriu uma casa no bairro Santo Antônio e Dª Christina passou a cuidar das crianças e das moças em idade escolar, separadas dos rapazes que permaneceram na Vila O trabalho educativo desdobrava-se em atividades paralela’) ao desempenho das crianças na vida escolar. (Optou-se por mantê-la’) matriculadas na rede pública como forma de integração na sociedade. O transporte do pessoal para a Vila era feito em um Land Rower; inglês, carro semelhante ao Jeep brasileiro. Ao longo dos anos sempre tinha um veiculo para desempenhar esta função 6ardineira, caminhão, perua kombi da Wolksvagem)

Por volta de 1972, havia 50 crianças abrigadas na Vila Alexandre Simpson O tempo passava rapidamente, alguns meninos já haviam concluído o ensino fundamental (primário) Era necessário buscar formas de oferecer uma profissão aos jovens da Vila Com esse pensamento o Sr. Leonard comprou as máquinas de fabricar móveis do Sr. Ítalo Bianchi e alugou o cômodo de barracão industrial para fazer da marcenaria um espaço de aprendizagem profissional Situava-se na Av. Benedito Valadares. Foram contratadas pessoas idôneas e responsáveis para o ensino profissionalizante. Nesse período, os funcionários José Pedro Ferreira, Álvaro Reis, Eurípedes Bernardes e Vicente Bernardes desempenharam importante papel educativo e profissionalizante.

José Pedro retomara de Limeira - SP para Sacramento para trabalhar na fábrica de móveis e tomou-se responsável pela disciplina e pela produção da marcenaria de considerável faturamento com exportação para Franca - SP e cidades vizinhas. Grande parte da madeira usada na confecção de guarda-roupas, armários, mesas, cadeiras e camas eram serradas numa grande serraria, montada na Vila e operada pelo Sr. Vicente Marques, membro do grupo de anciões na Casa de Oração.

Álvaro Reis fabricava peças no tomo e fazia a manutenção das máquinas com importante papel na fabricação de modelos torneados em madeira, permitindo a confecção de trabalhos artesanais. Ao mesmo tempo ensinava os segredos da profissão para os meninos; os internos: Giovani, Zezinho e Anésio tomaram-se excelentes torneadores de madeira. Dessa forma mantinha-se um equilíbrio produtivo sem ociosidade, com trabalho e estudo da Palavra de Deus nas horas vagas.



May Meek (Aunt May) - Juntamente com Chrissie e Dª. Amanda exerceu importante trabalho junto às crianças e jovens sacramentanos. Atualmente reside em Carangola-MG



Casa das meninas no bairro Santo Antônio em 1970, ficava do lado de cima da praça e foi demolida para dar lugar ao antigo laticínios Ilasa construído nos anos 80.



Christina Russel Me Sorley (Chrissie) com uniforme de enfermeira após sua formatura na Escócia



Sr. Leonardo (de gravata, à direita) com grupo de fieis em frente a sua residência na Av. V?Visconde do Rio Branco, 392. A primeira CASA DE ORAÇÃO situava-se num pequeno cômodo neste endereço. - Fotografia de 1960 aproximadamente.



Meninos e meninas da Vila Alexandre Simpson no final da década de 60.



VILA ALEXANDRE SIMPSON Mais do que uma escola, esta obra tem uma página importante na história da assistência social e religiosa de Sacramento. Um grande valor missionário que se prolonga pelo cunho evangélico dos seus fundadores. Implantada em Sacramento no inicio dos anos 50: Leonardo Kitchener Nye, Willian Giles, Christina Mc Sorley, Dª Irene, Ant. May, Doroth SchubeL Foto Bianchi



As duas fotos dessa página revelam dois momentos de reunião dos meninos da obra que marcou indelevelmente, mas de 40 anos de trabalho na segunda metade do século XX em Sacramento. Foto Bianchi 1972.
O início dos anos 70 foi de uma movimentação incrível para a Vila Alexandre Simpson Somente o devotamento à palavra de Deus e a fé inabalável pode explicar o cumprimento da tarefa imensa que delineou a educação de mais de 50 crianças, ao mesmo tempo, juntamente com um grande contingente de pessoas que o Sr. Leonard trazia de lugares onde fazia a pregação do evangelho. Famílias inteiras o acompanhavam no retorno a Sacramento. Inicialmente, a Vila abrigava essas pessoas na própria casa fornecendo o necessário. “Alguns permaneciam anos colaborando com a obra e trabalhando em diversas profissões ligadas ao intenso movimento industrial, comercial e agropecuário ligado à Vila Alexandre Simpson, aumentando a cada dia sua despesa material sem”, contudo, perturbar o dinamismo imprimido pelo pastor Leonard na condução da obra.




Fotografia dos meninos da Vila Alexandre Simpson com peixes do Rio Grande, recolhidos em Jaguara por ocasião do fechamento das comportas da Usina de Jaguara.1976. Os peixes são Curimbas Prochilodus scrofa (Steidachner, 1881) e os meninos são Donizete, Levi, Donizete, Olegário, Davi Alessandro, Giovani e Marcos.


Uma grande lavoura de café e uma horta de verduras absorviam grande parte da mão de obra. A prioridade para a educação das crianças era a escola, com opção para o trabalho na marcenaria e ainda o trabalho na lavoura que funcionava como opção corretiva Poucos escolhiam trabalhar no cafezal ou horta O Sr. Olegário Teodoro veio de Ituiutaba, em 1969, contribuindo imensamente com a obra, ensinando os meninos a operar máquinas agrícolas e a cultivar a terra O cafezal plantado no cerrado recebia cuidados especiais, proporcionando retomo pecuniário satisfatório.

Dentro de casa, as meninas ajudavam na manutenção da cozinha, lavanderia e limpeza dos quartos, refeitórios e salas de reuniões.

Em 1975, Dª Christina transfere a sua casa com crianças e moças para a rua Cristo Rei, bem próximo à Casa de Oração e a loja de móveis, com frente para a Rua Joaquim Murtinho (Rua da Estação) Nesse endereço permaneceriam definitivamente.

Os próximos anos seriam de muitas dificuldades pelos inúmeros compromissos assumidos na crescente busca de auto-suficiência da Vila. O poder público sempre colaborou em retribuição ao trabalho social desempenhado pela Vila A. Simpson, porém, não ultrapassava os limites modestos de doação de terrenos e isenção de impostos. (No bairro João XXIII, começou a construção de um grande barracão em terreno doado pela prefeitura que deveria absorver todo o movimento da marcenaria além de outros projetos comerciai’). Foram tempos difíceis, enfrentados com bom ânimo, sobretudo, pelo envolvimento exigido no plano espiritual fomentado pela entrega total à obra do Senhor, no campo da evangelização. Desde o início, este era o compromisso maior. Conferências periódicas no antigo Cine Capitólio nos anos 60, cultos bissemanais na Casa de Oração e escola dominical manteriam todos ocupados. além de intensa atividade esportiva, sempre incentivada nos intervalos do trabalho e do estudo. Um vinculo profundo com os irmãos batizados permitia a colaboração efetiva da comunidade. O promotor Ivan Chaves Ivo, sustentava moralmente a obra e colaborou no controle institucional como curador da infância e da adolescência, durante os 10 anos que permaneceu em Sacramento (1967-1977)

Em 1976, o Sr. Leonard começa a sentir os efeitos da intensa luta. Expedientes vários foram usados para que a segurança econômica da instituição não fosse abalada, periodicamente foram vendidos pedaços da propriedade para os confrontantes, chegou-se a promover um loteamento dos terrenos na beira da estrada em demanda à gruta dos Palhares, buscando recursos.

Em 1977, o Sr. Leonard fratura a perna obrigando-o a diminuir o ritmo de suas atividades. Posteriormente com a saúde bastante abalada, pensa em retornar à Inglaterra para tratamento, não chegando a fazê-lo, por internação hospitalar. No dia 18 de setembro de 1977, veio a falecer na Santa Casa toca: Sacramento consternada sentiu com todas as pessoas ligadas à Vila A. Simpson a grande perda Com a morte do líder espiritua4 a Vila viveria dias sombrios, superados com muita luta .

O Sr. Willian Giles (Uncle Bill), juntamente com Christina, mantiveram o trabalho da obra com a ajuda dos anciãos da Casa de Oração. Medidas improrrogáveis deveriam ser tomadas como a dispensa dos rapazes e moças mais velhos da Vila Aqueles que tinham atingido a maioridade e estavam aptos a exercerem a profissão adqUirida deveriam buscar um caminho independente. Dessa forma, nos anos que se seguiram, verificou-se o esvaziamento da Vila, com a partida e o casamento de muitos jovens que ali receberam amparo material e espiritual na sua infância e adolescência.

Este processo de reestruturação das metas estabelecidas e o lento processo de saldar compromissos pesaram para o coração de 'Uncle Bill: Internado em Uberaba, no hospital São Marcos, veio falecer em 18 de março de 1979. O tempo e as circunstâncias exigiram outros rumos para a Vila Alexandre Simpson, com a falta de Mister Nye e "UncleBill".

Em 1980, chega a Sacramento o jovem casal Jeffrey e Mary Watson com os filhos, com o objetivo de manter o trabalho; porém, as adoções haviam cessado anos antes e o objetivo era realmente fechar um ciclo de trabalho. A marcenaria no bairro João XXIII estava funcionando ainda, porém, em ritmo diminuído até se fechar no início dos anos 80, tendo à frente, nesse período, o Sr.Vicente Bemardes.



O folheto acima divulga o endereço postal da VILA ALEXANDRE SIMPSON com um mapa parcial onde estão assinalados as obras e casas de oração com a respectiva cidade. Embaixo a citação bíblica em Efésios 6. Vs. 18,19 que tem a tradução no início deste capítulo. À direita Willian James Giles (Uncle Bill) com seu sorriso permanente retratado.

Em 1983, o casal Jeffrey e Mary com os filhos menores deixam Sacramento e vão para Recife - PE. Toda coordenação do que restou do trabalho da Vila Alexandre Simpson passa para D ª Christina R Mc Sorley. A esta altura, todos os internos maiores já haviam saído, permanecendo apenas as crianças da cidade sob os cuidados de Dª Christina, que também terminaria com êxito a etapa fina4 devolvendo à sociedade pessoas produtivas e responsáveis.

Em 1990, a Vila Alexandre Simpson instala uma creche conveniada com a prefeitura, para atender crianças filhos de trabalhadores da comunidade.

Atualmente (2002), a creche conta com 60 crianças em idade de O a 6 anos.

Dona Christina preside a creche e mantém acesa a chama do evangelho que animou, por quase quarenta anos, uma das paginas mais significativas de nossa história, com indeléveis reflexos nos lares dos "filhos" da Vila Alexandre Simpson (Subsídios e fotografias fornecidos por Christina Mc Sorley e pessoas amigas (ligadas a obra da Vila Alexandre Simpson)



A Casa de Oração foi tranferida para a Rua, Joaquim Murtinho em 1962. Neste local acontecem reuniões evangélicas 3 vezes por semana. Foto Carlos A. Cerchi

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Abrigo Doce Lar está em reforma e ampliação

O Abrigo Doce Lar está em reforma e ampliação

Visando uma melhor acomodação, conforto e também higiene, às nossas crianças, e também condições de trabalho aos nossos monitores e funcionários, estamos passando por algumas reformas e reconstrução de uma cozinha que foi destruída por um incêndio em anos passados, e também um pequeno aumento, constando de três quartos e banheiros para acomodação dos meninos e uma kitnet com dois quartos, uma sala de estar e banheiro para monitores.
Estamos contando com a preciosa cooperação do ministério público na pessoa do Sr. Promotor de justiça Dr. José do Egipto que tem cooperado em todo o tempo de existência do abrigo, de uma forma sistemática para o bom funcionamento da instituição, e também da Sra. juíza de direito, Dra. Cíntia Nunes Junqueira de Moraes, apoio esse que tem possibilitado o avanço do trabalho tanto na área, material, moral e também espiritual.
Á prefeitura de Sacramento, na pessoa do Sr. Prefeito, que tem apoiado o projeto, colocando a nossa disposição alguns materiais, e um pedreiro e um servente, durante o tempo da construção, a nossa gratidão, pelo apoio do engenheiro, Dr. Sérgio e também Dr. Cacildo, que prontamente tem nos atendido, e não medindo esforços para nos ajudar, não só em assessorar a obra, mas também no arrumar máquinas para terraplanagem e limpeza, e caminhões pipas para apagar um pouco a poeira nestes tempos de seca! Senhores recebam a nossa gratidão!
Contamos também com a cooperação de empresas, que podemos chamar de verdadeiras amigas da criança, como a Minas Mercantil, que nos doou a reforma de todo o prédio da vila Alexandre Simpson (onde está sediado o Abrigo Doce Lar Irene Nye), e a troca de todo o forro, que era de madeira, para pvc, reiteramos de público os nossos sinceros agradecimentos, por esta obra tão necessária já concluída de forma magistral!
À Cemig e seus funcionários, que estão conosco nesse novo projeto, (e, diga-se de passagem), se não fosse por esse apoio não teríamos iniciado as obras de reforma e ampliação. Queremos aqui destacar o nome de Elvis, representando todos os funcionários da Cemig, que não tem medido esforços em nos ajudar, o nosso abraços carinhoso a todos os funcionários da Cemig, que Deus os abençoe rica e poderosamente!
Reiteramos também a participação e cooperação sempre indispensável da empresa Maramar, nas pessoas de seus proprietários Marcondes e Mario Lúcio, que sempre tem apoiado e participado do trabalho realizado no abrigo e também na igreja local!
Também queremos fazer conhecido o apoio precioso da arquiteta Dra. Ana Lucia Scalon Borges, que prontamente providenciou o projeto de construção.
Cremos que a lista de cooperadores neste projeto vai aumentar, assim que esse blog for acessado, e com o tempo vamos deixar registrado aqui as pessoas e empresas que estão como parceiras neste projeto. Se você está lendo este pequeno relatório, e quer nos ajudar, entre em contato conosco, nestes telefones, (34) 3351 1884, fale com Samuel Marques, tesoureiro do abrigo, ou (34)3662 6007, com Enoque Marques, presidente do abrigo.
Queremos aqui também destacar a união da Diretoria do Abrigo Doce Lar Irene Nye, nos propósitos e projetos que estão sendo realizados, também os monitores, Ailto e Maria Roberto, Wellington e Degiane, pessoas importantíssimas e indispensáveis para o bom funcionamento do Abrigo Doce Lar Irene Nye.
Colocamos aqui também a diretoria da Vila Alexandre Simpson, que prontamente apoiou todo o projeto, cooperando também para o desenvolvimento do mesmo, representando toda a diretoria, Sr. James Dickie Crawford e Srta. Cristina Russel Mcsorley.
Queremos também lembrar das igrejas que tem sempre colocado o Abrigo, monitores, e diretoria diante do Trono de Deus, orando por esse trabalho tão importante, obrigado irmãos, é um trabalho do Senhor, e suas orações são indispensáveis para a realização do mesmo!
Venha conhecer o Abrigo Doce Lar Irene Nye! Ligue e agende a sua visita, o telefone do abrigo é (34) 3351 1884, e-mail abrigodocelar@hotmail.com.br, ou se você atua na área da construção civil, e quer participar deste projeto voluntariamente, agende e venha somar conosco! É só ligar e nos comunicar a sua vinda! (34) 3351 1884, falar com Ailto ou Wellington, ou (34)3351 5010 e falar com Samuel, e desde já nossas crianças agradecem!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Voluntariado

A amada irmã Ilda, da cidade de Conselheiro Lafaiete, que está conosco desde Junho, como voluntária, teve que voltar a sua cidade neste final de Julho inicio de Agosto, para resolver algumas pendencias particulares, o nosso Abrigo, ficou triste, parece até vazio com a ausencia da irmã, mas a alegria voltou, irmã Ilda está entre nós novamente, desenvolvendo um trabalho excepcional com as nossas crianças, e como sempre temos dito, esta irmã é um exemplo para todos nós, de disprendimento, e amor à obra de Deus!
Temos sempre orado, para que o Senhor a abençoe, poderosamente pra continuar desenvolvendo este trabalho tão importante, ensinar, não só a fazer trabalhos manuais, mas também e muito mais importante, ensinar as nossas crianças a ter temor a Deus! (Proverbios 1.7 O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; mas os insensatos desprezam a [sabedoria] e a instrução.).
Se você que acessou este blog, tem interesse em vir até Sacramento, no Abrigo Doce Lar "Irene Nye", para conhecer, ou vir passar algum tempo aqui conosco como voluntário, ligue para nós (34) 3351 1884, e fale conosco, pois temos aqui no abrigo um quarto destinado a voluntários, e será um prazer muito grande para nós da diretoria, recebermos irmãos e irmãs, que tenham o coração na obra e queiram nos ajudar!
Venha fazer parte deste projeto! Formar homens e mulheres, úteis à sociedade, e muito melhor ainda, formar cidadãos do céus, porque o nosso enfoque é sempre, ensinar a Palavra de Deus, expondo de uma forma simples a gloriosa mensagem de salvação!
Já temos uma jovem, batisada e em comunhão com a igreja local, e outros que já confessam o Senhor como Salvador, e isso tem sido a nossa mola propulsora para continuarmos neste trabalho tão importante! Venha fazer parte também deste ministério!

sábado, 9 de agosto de 2008

Matéria do jornal Estado do Triangulo

Doce Lar da Criança abriga 26 menores

Cidade | Edição n°1084 - 20 Janeiro, 2008 | Entrevistas | Notícias | Saúde

O Abrigo Doce Lar da Criança está abrigando 26 internos, entre crianças e adolescentes. Funcionando desde o ano passado na antiga Vila Alexandre Simpson, o abrigo resgata no local a finalidade para qual foi criada a entidade fundada pelo Sr protestante, Leonardo Nye, no início dos anos 50.

O objetivo principal do Abrigo, como bem define Marcondes Ribeiro Silva, 51, vice-presidente da obra, é de prestar apoio e assistência a crianças e jovens de zero a 18 anos. A casa não é um orfanato, é uma casa de apoio, mas temos casos que vão ficar aqui ou irão para adoção. Veja a entrevista.

ET - Antes de chegar no Abrigo, vamos contar um pouco da história da Vila Alexandre Simpson...
Marcondes – A vila nasceu na década de 1950. O Mr. Leonardo veio pra Sacramento com essa intenção. Só que antes, o Sr. Alexandre Simpson, um canadense, que morava em Conquista tinha a mesma intenção. Mas ele morreu, e o Sr. Leonardo, que o conheceu, sabedor dessa intenção, comprou essa propriedade com quase 50 alqueires e começou um trabalho social. O nome Vila Alexandre Simpson é em homenagem àquele que primeiro sonhou com a obra.


Marcondes (atrás, de óculos) com o ca
sal Wellington e Legiane (à dir.), e crianças residentes no Abrigo Doce Lar da Criança: apoio integral 24h00

ET- E quando é que fechou definitivamente a casa?
Marcondes – Sr. Leonardo faleceu em 1
976, aqui em Sacramento. Sua esposa, Da. Irene e os filhos retornaram à Inglaterra. Aí passaram a tomar conta da obra o Sr. Willian Jalles e Da. Cristina Mac Sorley, que também chegaram, ele da Inglaterra, ela da Escócia, para cuidar das meninas. Porque, no início, meninos e meninas ficavam juntos, depois foram crescendo e o Sr. Leonardo achou por bem separar, foi aí que Da. Cristina veio pra cuidar das meninas que ficavam na casa onde é a creche hoje. Mas, com a morte do Sr. Leonardo as coisas foram complicando, faltou aquele administrador nato, que ele era. Foi diminuindo, diminuindo até fechar. Mas aqui chegou a ter mais de 50 crianças. Com a morte dele não entrou mais nenhuma, não. A casa fechou e dona Cristina iniciou com a creche Alexandre Simpson, na cidade. A Vila ficou fechada muitos anos, foram feitas algumas tentativas, Mr. James Crawford tentou implantar alguma coisa, mas não foi em frente, até que nos cederam o espaço. Hoje, eu acho que essa casa estava destinada a criança.

ET- Mas o Sr. Leonardo começou a vender as terras? A vila pertence à Casa de Oração?
Marcondes – Ele vendeu apenas alguns lotes na beira da estrada. Ele arrendou uma parte. A maior parte foi vendida bem depois, para suprir dificuldades financeiras. Hoje restam apenas 12 hectares. A Vila tem estatuto próprio, documentação em dia, é independente de nossa Igreja, porém administrada pelos irmãos da Igreja, inclusive há na diretoria cidadãos que foram criados aqui. O abrigo
funciona aqui, mas com a denominação, 'Abrigo Doce Lar da Criança'. O local foi apenas cedido para abrigar as crianças.

ET - Começou como 'Casa Tia Cida', funcionando na cidade, não foi?
Marcondes – Sim, a história é a seguinte: havia a Casa tia Cida, mas ela foi embora. Constituiu-se uma, duas , três novas diretorias, mas não dava certo. A última diretoria desentendeu-se com o Cons
elho Municipal de Assistência Social e entregaram a casa. Em 2004, o ex-prefeito, Dr. Biro, e a Salete, secretária de Ação Social, me chamaram pra pegar a direção. Convidei algumas pessoas, membros da Igreja e assumimos a casa, em 1º de maio de 2004, embora essa não seja a nossa função.

ET - Já funcionando aqui na Vila?
Marcondes – Não, iniciamos o trabalho na cidade, mesmo, onde funcionava antes. Não fomos nós que quisemos vir pra cá. A idéia nasceu com a juíza, Dra. Cíntia e o promotor José do Egyto, que organizaram essa transferência. A casa aqui estava vazia e nós, em Sacramento, estávamos um pouco perdidos, falta de espaço, aí eles
vieram aqui e ligaram para o Sr. James Crawford, que nos ajuda muito, e pediram a casa. De pronto, ele cedeu gratuitamente. Aliás, Mr. James ficou muito feliz de ver a casa reativada. Isso aqui foi feito realmente pra crianças. Usamos a casa gratuitamente...

ET- Para as crianças foi boa a mudança?
Marcondes - Sem dúvida, é muito espaço, nossos 28 assistidos têm liberdade para correr, brincar. No começo, os maiorzinhos não gostaram da idéia, acharam ruim vir pra roça, mas depois se acostumaram. No tempo de aula, o ônibus vem buscá-los pra escola, e no final da semana o ônibus fica aqui pra eles irem à Igreja ou a outros lugares. Recebem visita de familiares, nos finais de semana e vão pra casa com os pais ou parentes, mas só com autorização judicial.

ET - Como é a rotina deles na casa?
Marcondes - Eles têm atividades normais, além disso recebem a vista do psicólogo uma vez por semana, têm aula de canto, filmes e livre acesso na casa, no pátio. Nove deles estão indo esta semana para um acampamento evangélico, em Ribeirão Preto e, no carnaval irão outros. Lá, eles entrosa
m com outras pessoas, outras crianças Foi muito positiva a mudança em muitos aspectos, mas foi negativo noutros, como a distância, o gasto com combustível, criança adoece tem que sair correndo, além da falta de facilidade parra acompanhar mais de perto o desenvolvimento dos projetos.

ET - A Casa Tia Cida foi fundada para atender menores em situação de risco. Ainda continua com o mesmo objetivo?
Marcondes – Nosso objetivo principal é prestar apoio e assistência a crianças abandonadas. Menores infratores não é o nosso objetivo, mas temos atendido na medida do possível alguns. Assistimos crianças vítimas de maus tratos, desamparadas, por algum motivo, de famílias desestruturadas. Não temos estrutura pra at
ender menores infratores ou dependentes químicos. Só que todo menor que vem pra cá é com determinação judicial. Elas moram aqui e só retornam a casa nas férias ou nos finais de semana com a família sob autorização do juiz. Muitos voltarão para casa, conforme a família se restabeleça, mas acredito que muitos ficarão aqui. A casa não é um orfanato, é uma casa de apoio, mas temos casos que vão ficar aqui ou irão para adoção. Já tivemos um caso de adoção. Nosso estatuto prevê assistência de zero a 18 anos, mas acredito que vamos ter que ferir o estatuto. Todos os menores são de Sacramento, exceto um que veio de Conquista, por encaminhamento judicial, também.

Antiga sede da Vila Alexandre Simpson, construída pelo Sr Leonardo Nye, hoje Abrigo Doce Lar da Criança

ET - Como funciona o grupo de educadores que trabalha na casa?
Marcondes – Infelizmente, não temos um grupo de educadores, mas temos dois casais, que moram na casa com a incumbência de tomar conta das crianças, o Wellington e Legiane e Ailto e Maria Roberto. Um fica do lado dos meninos e outro do lado das meninas. Eles são remunerados e moram na casa, pra cuidar das crianças durante 24 horas. Só que é preciso ter vocação pra fazer esse trabalho, é doação mesmo, porque o seu salário é irrisório, apenas um salário mínimo.

ET – Como é feita a manutenção da casa?
Marcondes – Recebemos alguma coisa da Inglaterra no ano passado, que o Sr. Crawford conseguiu, mas não temos uma doação normal como acontecia no tempo do Sr. Leonardo. O mais vem de ajuda da comunidade. Como subvenção votada em orçamento do município, recebemos da Prefeitura no ano passado, R$ 54 mil, além de uma boa ajuda do Poder Judiciário, que nos ajuda muito.

ET - Quem é o Marcondes?
Marcondes – Nasci em berço protestante e desde então, freqüento a Igreja Casa de Oração. Sou de Gurinhatã (MG), filho de Messias Bernardes da Silva e Dorvalina Vieira de Queirós. Atualmente, sou proprietário dos correios, agência Jaguara, e sócio proprietário da empresa de transportes Maramar, com meu irmão Mário. Na área social, sou vice-presidente do Abrigo Doce Lar da Criança.

ET – E um grande exemplo de dedicação, religiosidade e ética...
Marcondes – Obrigado.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O Abrigo Doce Lar "Irene Nye"

Um pequeno relatório

Uma instituição sem fins lucativos, mantida por doações da sociedade, e repaces dos poderes executivo e judiciário, cediada na cidade de Sacramento, MG., mantem hoje, 28 crianças, estas vítimas de maus tratos e abandono; são então tiradas do seu meio de convivio e levadas para o abrigo, onde recebem, carinho e condições de viverem dignamente.
Temos no ADL, dois casais de monitores, que trabalham diuturnamente para o bem estar, fisico, moral e espiritual destas crianças.
No ADL, ensino bíblico todos os dias, aprendendo a ter temor de Deus, porque como diz Salomão, o príncipio da sabedoria é o temor de Deus; então partimos deste princípio, se queremos cidadãos, sábios e úteis para a sociedade e o próximo, temos que ensiná-los temor de Deus, e isso é feito de uma forma sistemática no ADL, também recebem 4 refeições diárias, e toda a estrutura para se desenvolver, fisica, moral e espiritualmente, e isto tem sido feito com o total apoio tanto do poder executivo e judiciário, como também do conselho tutelar do menor.
Esta foto, é da nossa cede, esse prédio pertence à Vila Alexandre Simpson, que a trinta anos a trás abrigava um orfanato, por onde passou dezenas de crianças, que hoje são homens e mulheres úteis à sociedade, sociedade esta que reconhece o trabalho feito por irmãos no passado, tais como: Leonardo Nye e Dna Irene Nye; Willian Gilles, (estes já com o Senhor) e outros irmãos amados, e Dna Cristina Russel Mcsorley, que hoje ainda está em plena atividade, servindo ao Senhor na cidade de Sacramento, foi este reconhecimento da sociedade, que levou as nossas autoridades a procurar irmãos, (como o irmão Marcondes Ribeiro, o nosso primeiro presidente executivo), dos que se reunem na "Casa de Oração", para assumirem a direção do ADL.
A Vila Alexandre Simpson, na pessoa de Sr. James Crawford, representando a sua diretoria., cedeu então toda a estrutura, gratuítamente, para que ali se cediasse o ADL, e louvamos a Deus, por esses irmãos que tornaram possível, a ida do ADL, para a V.A.S.
Toda essa estrutura, fica a 6 kms da cidade de Sacramento, e temos transporte escolar para todas as crianças, e nos finais de semana, transporte para trasê-las para as reuniões na Casa de Oração, lugar onde se reune também uma igreja muito respeitada pela sociedade, e autoridades de nossa cidade!
Esta foto, mostra algumas de nossas crianças aprendendo, ponto cruz, com uma de nossas voluntárias, a amada irmão Dna Ilda, que bondosamente está conosco por algum tempo para compartilhar do seu conhecimento, tanto material, como espiritual, com estas crianças, o que nos deixa muito contentes, vermos irmãos colocando o coração na obra, que cremos é do Senhor, deixando seus familiáres (Irmã Ilda, é de Conselheiro Lafaiete. MG mais ou menos 500 Kms de Sacramento), para se dedicar a este trabalho tão importante, a ela a nossa gratidão, e ao Senhor toda a glória!
O nosso objetivo, é que você ao ler sobre o ADL, sinta o desejo de vir conhecer, e porque não dizer, também nos ajudar nesta obra tão importante, as crianças são o futuro da sociedade, o futuro da igreja, e temos que cuidar muito bem delas, e é esse o objetivo do ADL, junte-se a nós!
Nosso telefone, 034 3351 1884, com este você fala diretamente no ADL, será de grande ajuda uma palavra de incentivo aos nossos monitores, são eles: Tio Ailto e Tia Maria Roberto e Tio Wellington e Tia Dejiane, as vezes estão eles lá, cansados mesmo, as vezes até desanimados, e uma palavra sua meu irmão, irá animá-los muito. Ore por eles, pelas crianças, pela diretoria do ADL, Satanás tem feito muita coisa para tentar desestabilizar e desencorajar, aqueles que estão envolvidos neste trabalho, mas por Jesus Cristo Somos mais que vencedores!!!